Sábado, 30 de Agosto de 2014

Pilão - Das Aulas II - A grande golpada ou…. um ainda maior balde de água fria….

Por meados do 11º ano, e após termos andado a efectuar um “estudo”, chegámos à conclusão que a nossa professora de matemática, a P*, não deixava as coisas para a última hora, tratando de fazer as cópias dos testes com alguns dias de antecedência relativamente ao dia do teste, propriamente dito. Concluímos também, que, quando se dava tal evento, a dita professora fazia-se acompanhar de uma pasta em couro, de cor castanha, onde supostamente levaria as cópias do teste.

 

Chegados a esta conclusão, e tendo constatado que na aula daquele dia a professora fazia-se acompanhar de tal pasta, colocámos imediatamente o nosso plano em acção: Um de nós, com ar de aflição, solicitou autorização para ir ao WC, alegando que não conseguiria suportar muito mais tempo, ao que a dita professora, anuiu.

 

O nosso camarada, em lugar de ir à casa de banho, dirigiu-se para a porta do gabinete do oficial de dia, retirou do bolso um papel amarrotado onde tinha anotado o número de telefone geral do pilão, colocou umas quantas moedas de 25 tostões no telefone vermelho, marcou o número e, do outro lado (curiosamente no edifício ao lado), o telefonista atendeu o telefone. O nosso camarada, identificando-se como familiar da professora P*, manifestou grande urgência em contactar a mesma, por motivos familiares, o que veio a desencadear todo o processo.

 

O contínuo, avisado de tal urgência, pelo telefonista, bateu à porta da nossa sala de aula, solicitou autorização para entrar e interromper a aula, tendo-se aproximado da professora e, transmitiu-lhe uma qualquer mensagem ao ouvido. Ora, perante tal situação, com o semblante carregado e visivelmente preocupada, a professora disse-nos que se iria ausentar por uns momentos e abandonou a sala.
Assim que a porta da sala se fechou, qual máquina bem oleada, 5 ou 6 de nós saltaram para junto da secretária da professora, abriram a pasta (com o cuidado de estar mais que um de nós a confirmar a ordem em que se encontravam os documentos, por forma a que voltasse a ser tudo colocado com a mesma ordem), e retiraram de lá um exemplar de um dos testes. Imediatamente cada um dos 5 ou 6 começou a transcrever num pedaço de papel uma das questões patentes no teste (por forma a levar menos tempo).

 

Terão passado não mais de 1 a 2 minutos, já nos encontrávamos todos sentados e em silêncio, e a pasta no seu devido lugar.


Curiosamente, a professora regressou à sala, acompanhada pelo camarada do telefonema, (o qual havia abortado a ligação, claro está).


Quando terminou a aula, todos nós saímos da sala, esboçando (apenas em pensamento), um enorme sorriso de orelha a orelha….


Já a boa distância do edifício das aulas, acabámos por extravasar a nossa satisfação, dando urros de alegria, pela conquista efectuada. À noite, reunimo-nos todos na sala de estudo e, chamados os “crânios” (pessoal com mais jeitinho para o estudo e com melhores notas), começámos então a fazer a resolução do teste.


Após efectuada a resolução, combinámos expressamente que não poderia haver notas muito díspares, relativamente ao que seria de esperar de determinado aluno, para não surgirem evidências, como toda a gente a tirar nota de 20 ou coisa que o valha.


Munidos da correcção, lá foi cada um à sua vida, procurando delinear quais as respostas que iria acertar, errar e/ou deixar incompletas, por forma a que não existisse um padrão também nestas acções.


No dia do teste, todos nós de peito cheio e super confiantes, lá entrámos para a sala, sentámo-nos nos nossos lugares e aguardámos pela distribuição do dito teste. Os elementos da primeira fila, assim que receberam o teste, aperceberam-se imediatamente que tínhamos sido levados…. O teste não era igual.

 

Houve trocas de olhar que variavam entre o desespero, a incredulidade, a raiva, em largas doses… enfim…..


Após finalizada a distribuição do teste e dadas as instruções para o mesmo, a professora sentou-se na sua secretária e pudemos todos apercebermo-nos de um esgar, um ligeiro sorriso de satisfação, por ela esboçado, completamente díspar do que nos ía na alma naquele momento…..

publicado por Sweet Sex Teen às 22:31
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Academia Militar - A Apresentação......

Academia Militar, primeiro dia da Prova de Aptidão Militar. Após termos recebido o fardamento, e já devidamente fardados, foi o meu pelotão para trás do refeitório, onde formámos em “U”, para a primeira instrução.

 

O comandante de pelotão, Tenente P. apresentou-se, bem como ao sargento de pelotão (2º sargento P.) e disse que ía proceder à chamada do pessoal pelo respectivo número. Explicou de seguida, que o procedimento a adoptar seria a tomada da posição de sentido, exclamar “pronto” de modo a que todos ouvissem e dissesse qual o seu apelido. Questionou se todos haviam compreendido, e como não houve dúvidas, passou então à chamada:


- Nº 12!


- Pronto! Fulano tal! – Olhou para o indivíduo e tomou nota na listagem.


- Nº 23!


- Pronto! Ciprano! – Idêntico procedimento.


- Nº 68!


- Pronto! Pronto!


- Diga pronto e o apelido!


- Pronto! Pronto!


- O apelido!


- Pronto!


- Sua bitrécula! O que diabo é que não está a perceber? Diga Pronto e o apelido!


- Pronto! Pronto!


- Mau! Afinal como é que você se chama, homem?


- O meu apelido é Pronto, meu Tenente!


Será fácil de imaginar a risota que tal situação gerou de seguida. A ninguém passou pela cabeça que teríamos um camarada de apelido Pronto……..

publicado por Sweet Sex Teen às 22:06
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Sábado, 23 de Agosto de 2014

Pilão - Das aulas I - a partida ao novato

Por alturas do nosso 10º ano, recebemos um novo professor de religião e moral (o qual era tão jovem que até o contínuo não o deixou entrar no pilão, no seu primeiro dia de aulas, por não acreditar tratar-se de um professor).


O dito professor, ainda nos seus primeiros dias por lá, e por não estar familiarizado com os nomes dos restantes professores, e antes de uma reunião de professores, perguntou-nos o seguinte, em plena aula:


- Qual o daquele vosso professor de contabilidade, assim enfezadinho e com cabelo escorrido? – O pessoal entreolhou-se e, (como aliás, seria de esperar), respondeu, quase em uníssono:


- Ahh, esse é o Tadão! – O professor mostrou uma cara que denotava alguma dúvida e incredulidade face a tão inusitado apelido, mas não disse mais nada.


No dia seguinte, soubemos que, durante a tal reunião de professores, e nas suas entusiásticas intervenções, o dito novo professor fartou-se de tratar o tal professor por “o Sr. Tadão isto”, o “Sr. Tadão aquilo”, perante o regozijo dos restantes professores (que se aperceberam imediatamente que ele havia sido "tramado", mas deixaram a coisa continuar), e a impassividade do Tadão, só tendo sido elucidado da partida a que havia sido sujeito, após finalizada a reunião, e por um outro professor da casa….

publicado por Sweet Sex Teen às 11:49
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Exército - o pseudo flirt virtual

Na missão à Bósnia e Herzegovina, no mês de Dezembro, fomos empenhados numa missão na área de responsabilidade canadiana, em Tomislavgrad. A missão já havia começado há 5 meses, pelo que o pessoal já denotava algum cansaço, acentuado pelas saudades da família, mais concretamente, das nossas companheiras.


Na referida unidade canadiana, deparámo-nos com uma solução tecnológica que em muito ultrapassava as capacidades de comunicações no nosso batalhão (Visoko), que se resumia ao envio, recepção e distribuição, uma vez por dia, (o que já não era nada mau), das nossas mensagens de correio electrónico, e com dimensões muito limitadas.

 

A solução que os canadianos disponibilizavam aos seus militares, consistia numa sala com PCs, de onde se podia aceder à internet.

 

Naqueles dias de Dezembro em que lá permanecemos, nas horas vagas, era um verdadeiro corrupio para a sala, sendo que o site de eleição era o chat “blá blá”, do “aeiou”.

 

Naquelas salas, o pessoal entusiasmava-se com diálogos tórridos com supostas interlocutoras com o nível hormonal a pulsar de forma idêntica ao nosso, o que tornava a coisa muito, mas muito viciante, mesmo.

 

O pessoal escolhia um determinado “nickname” e mergulhava nas salas de conversação, a tentar atraír as beldades para “salas” privadas, onde a imaginação era o único limite.


A dado momento, decidimo-nos por pregar uma partida ao Alferes C.


 
Tratámos de identificar o seu “nickname” de forma dissimulada e por cima do ombro, e houve imediatamente alguém que, escolhendo um “nickname” feminino bastante sugestivo, entabulou conversa com ele.

 

A conversa arrastou-se, sempre numa sala geral, (por forma a que o restante pessoal se apercebesse do desenrolar da brincadeira), e era nosso imenso regozijo, podermos observar a enormíssima exaltação que já tomava conta do pobre Alferes. Julgo, pela sua cara, que o homem já estava verdadeiramente enfeitiçado pela suposta interlocutora “feminina”, que o obrigou a estar na sala algumas horas a fio.

 

 

O pessoal, por vezes, tinha que abandonar a sala de rompante, não fosse aquela enorme gargalhada que por vezes não havia forma de controlar, denunciar o nosso esquema.


Desconheço se alguma vez chegou a saber que havia sido alvo desta brincadeira, estando quase certo que nunca terá encontrado cara a cara a referida interlocutora….

publicado por Sweet Sex Teen às 11:42
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

Pilão - A salada do almoço

Certo dia, após todos os formalismos que antecediam o almoço na primeira secção, lá nos sentámos à mesa, (eram mesas de seis elementos), tendo comido uma outra colherada da sopa (horrível), e estando preparados para o segundo prato.


Após ter sido levantada a terrina da sopa, lá veio, para nosso gáudio, o segundo prato, (que naquele dia até que nem era nada de se deitar fora – o belo do empadão de carne), que era acompanhado por uma salada de alface com umas raspas de cebola e vinagre, (o que vale é que naqueles tempos, os nossos estômagos eram verdadeiras máquinas que atacavam com fulgor toda a qualidade de “coisas” que nos eram dadas a comer).


Constatou-se a existência de algumas lesmas no meio da alface (nada que nos impossibilitasse de comer a mesma), o que fez com que um nosso camarada, (rapaz mais afoito), chamasse à nossa mesa um dos funcionários do refeitório, (desta feita, foi o “fininho).


Quando o tal senhor se abeirou da nossa mesa, o tal camarada, em jeito de desafio, perguntou:


- Ó fininho, a salada não é para seis?


- É sim. O que é que queres? – Retorquiu o funcionário, visivelmente incomodado pela questão colocada, e principalmente por ter sido utilizada a alcunha para o chamar.


- Olha, então houve qualquer coisa que correu mal, pois só se encontravam na salada 4 lesmas.


Acto contínuo, rebentámos todos numa sonora gargalhada, o que bastante enfureceu o “fininho” que foi logo fazer queixa ao oficial de dia. A coisa ficou por ali…..

publicado por Sweet Sex Teen às 20:22
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Pequeno esclarecimento

Dados que todas as estórias aconteceram de facto, e por forma a que ninguém possa ficar melindrado, os nomes e/ou alcunhas dos intervenientes não aperecem em claro, apenas designados pela inicial.

publicado por Sweet Sex Teen às 20:15
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Academia Militar - O aspirante a cavaleiro e a LAC

Na Academia Militar, cedo o estilo jingão dos cavaleiros empoleirados no alto das suas bonitas e reluzentes botas de montar, captava imediatamente uma miríade de candidatos, os quais não se davam imediatamente conta que, para ser cavaleiro, sería necessário dominar a arte equestre e os cavalos, claro está….


Um destes candidatos, confesso, fui eu, que já me imaginava a ter que engraxar as pernas até aos joelhos (expressão jocosa utilizada pelos infantes quando se referiam aos cavaleiros).


No primeiro contacto com o nosso mestre de equitação, um Sr. Tenente de Cavalaria, de sua graça P. o mesmo, dirigindo-se à turma, disse:


- No meu tempo, quando estava formado aí no vosso lugar, o mestre de equitação, dirigiu-se a nós dizendo: - “Meus senhores, eu sou o diabo e isto é o inferno…” – Mas não é isso que vos vou dizer. Os cavalos irão encarregar-se de tal….


- O suspiro de alívio quando ouvimos a primeira parte, foi substituído por uma certa apreensão logo de seguida, quando a segunda parte da frase começou a ecoar nas nossas cabeças….


O certo é que as aulas decorreram de forma extremamente ordeira e sem incidentes, pelo menos na fase elementar do volteio. Já quando começámos a montar com arreio, a coisas mudaram de figura. Um certo dia, quando o mestre mandou “escola a galope”, os cavalos desataram todos num campeonato de cangochas, que deitou ao chão do picadeiro, (e de forma bastante acrobática), grande parte da turma. Numa dessas vezes, calhou-me a mim ser cuspido de cima da “pele vermelha”, o que me fez ganhar medo aqueles quadrúpedes. Deixou de ser um acto natural andar em cima de um bicho.


Como o mestre detectou esse meu “à vontade” com os solípedes, na aula seguinte, atribuiu-me o famosíssimo “Quino”, um cavalo branco, já com uns anos valentes, e certamente com um enorme palmarés de arremesso de cadetes ao chão.


Eu nem quis acreditar mas, não dando parte de fraco, lá me dirigi para o cavalo, tendo recebido as suas rédeas da mão de um dos tratadores.

 

 

Os cavalos encontravam-se alinhados junto a uma das paredes do picadeiro, de garupas praticamente arrumadas à mesma e nós, um a um, nos dirigimos a cada um deles, agarrámos as rédeas na mão direita e formámos do seu lado esquerdo.


O “quino”, quis dar um ar de sua graça e, de uma primeira vez, tentou acertar-me na perna direita com a sua mão esquerda. Eu desviei-me e fiquei mais alerta. Uma segunda vez e consegui desviar-me. Foi então que o dito cujo perdeu a paciência e voltou-se para mim, dentadura armada, e tentou afiambrar-me duas trincas. Ao ouvir aquele som dos dentes a bater em seco, larguei logo as rédeas. O bicho que se danasse. O quino, cavalo velho, sabido, não largou a galope para o meio do picadeiro. Rapidamente seria agarrado pelo mestre ou por um dos tratadores. Então o que é que o raio do cavalo se lembrou de fazer? Deu meia volta, meteu-se entre a parede do picadeiro e as garupas dos outros cavalos e desatou à dentada. O que se seguiu foi algo de surreal. O mestre gritou para mim:


- Chefe de turma!!!! Agarra o cavalo!!!! – E eu a pensar para mim: era o agarravas. Ainda levava uma trinca ou um coice, pelo que adoptei aquela postura do indivíduo que, não ficando parado no mesmo local, acaba por não fazer rigorosamente nada. Entretanto, os outros cavalos, surpreendidos pelos dentes do quino, espantaram, desataram aos coices e arrancaram numa galopada desenfreada em todas as direcções. Foi o granel total. Os cavalos a galope, o quino a rebolar-se no chão do picadeiro, o mestre a dar instruções aos tratadores para agarrarem os cavalos, e ao mesmo tempo a berrar comigo, por deixar o cavalo rebolar-se e que tal estragaria os arreios e tal, mas…..


Nesse momento decidi-me. Vou para a LAC (Liga Anti Cavalo), ou seja, se me fosse dada a possibilidade de escolher (o que acabou por nunca vir a concretizar-se, infelizmente), iria, com grande percentagem de certeza, escolher qualquer arma que não a de cavalaria.


Mais tarde, sanado o problema dos cavalos tresmalhados, saímos a passo em direcção ao picadeiro exterior. Eu, meio amedrontado em cima do quino, ía a fila-guia, e não por ser o mais experiente ou o chefe de turma, mas simplesmente porque o quino não podia ter nenhum cavalo á sua frente. Chegámos ao picadeiro exterior e começámos a percorrer o mesmo, junto às sebes. Quando já nos encontrávamos todos no interior do cercado do picadeiro, (e apesar das advertências antes feitas pelo mestre, para que aguentasse o cavalo), assim que o quino viu o último cavalo da fila, começou a acelerar o passo, (sem que os meus puxões nas rédeas surtissem qualquer tipo de efeito), tendo-se colado à garupa do último cavalo. Imediatamente começou a desferir potentíssimas dentadas na garupa deste e do cavalo seguinte, obtendo a imediata reacção de coices arremessados por estes, que lhe acertavam no peito e na zona onde antes estavam as minhas pernas, pois nesta altura já estava sentado com as pernas recolhidas à faquir, por forma a evitar os cascos dos cavalos da frente. Foi mais um enorme granel, com cangochas, e uma enorme confusão, gerada pelo sr. Quino.


Mais tarde, na aula de uma outra turma, o sr. Quino resolveu voltar a fazer das suas e, apesar de todos os esforços do camarada que o montava na altura, foi passear a galope na estrada fora do picadeiro, tendo passado umas duas vezes em cada sentido, e sempre á mesma velocidade, deixando um efeito de Doppler à passagem, com o seu cavaleiro a gritar:


- Oooohhhh quinnnooooo Oooohhhh……..


- Oooohhhh quinnnooooo Oooohhhh ……..


- Oooohhhh quinnnooooo Oooohhhh ……..


Expressão esta, que se ouvia cada vez mais distante, sendo substituída pelas gargalhadas do pessoal que entretanto tinha ficado no picadeiro.

publicado por Sweet Sex Teen às 23:41
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Pilão - O lanche da manhã e o arroto

Certa manhã, durante a formatura do lanche na parada superior da 1ª secção, na segunda fileira da 3ª companhia, ouve-se um potente arroto, libertado de forma descontraída, (até libertina), por um dos nossos camaradas.


O capitão F*, sempre de óculos escuros rayban, (quer estivesse de sol ou a chover torrencialmente), perante tamanho suspiro estomacal, pergunta, em voz alta, mas calma como sempre:


- Quem foi o grandecíssimo animal que arrotou dessa maneira? – Como sempre foi apanágio o pessoal acusar-se, ouve-se uma vozinha lá do fundo, acompanhada de uma mão no ar:


- Fui eu, meu Capitão. – O dito Capitão, de forma muito calma que lhe era característica), cheio de estilo, desloca-se em cima das suas altas botas de montar, com os esporins a tilintar, até chegar à frente do dito incauto. Parou em frende deste, mirou-o de alto a baixo e, com a sua voz calma, disse:


- A ver se para a próxima vez, ao menos fechas boca, ok?…. – E de seguida, de forma bastante calma, deslocou-se de volta à frente da formatura, ignorando as risadas, abafadas de melhor ou pior forma, pelo resto do pessoal que assistiu ao episódio…..

publicado por Sweet Sex Teen às 23:35
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Pilão - A gazeta, um quarto superlotado e as consequências

Numa determinada tarde, e após um furo no horário (coisa raríssima de ocorrer), grande parte da nossa turma resolveu ir ocupar o quarto de alguns de nós, na 3ª companhia.


Este quarto ficava mesmo ao lado do quarto do comandante de companhia aluno e nós, dadas as horas, julgámos que o mesmo se encontraria na 2ª secção, em aulas, pelo que ficámos totalmente descansados, iniciando um conjunto de macacadas características da idade (gozar com este e com aquele, contar anedotas, etc). Ao todo, encontrávamo-nos 16 alminhas no interior daquele minúsculo quarto (com 6 camas e uma secretária), espalhados um pouco por todo o lado, aproveitando todo o espaço possível.


A algazarra era de tal dimensão, que não ouvimos bater uma vez na parede do outro do quarto (medida mais que suficiente para normalmente desencadear o silêncio do pessoal).

De igual modo, não ouvimos também a segunda batida na parede, (mesmo tendo a mesma causado uma enorme bossa na parede, bem visível do nosso lado, dada a quantidade de energia empregue na mesma.


O nosso camarada T* estava junto á porta, de costas para a mesma e, de repente, sente pressão na mesma, ao que reage, fazendo força para que a mesma se fechasse. Uma ou duas décimas de segundo separaram esta triste decisão do camarada T*, da enorme explosão que se seguiu: O T* salta projectado para o interior do quarto, com o enorme estrondo que fez a pesadíssima porta de madeira maciça, ao se abrir violentamente, tendo a mesma ficado fixa exclusivamente pela dobradiça de baixo.


Deu a nítida sensação de ter entrado um tornado no interior daquele quarto. Tratava-se, como já deviam ter calculado, do comandante de companhia, de sua graça R* que, a um nível invejado até pelos monges mais experientes de Shaolin, fazendo uso dos seus 4 membros, deu uma geraldina sem precedentes, em todos os elementos que se encontravam no interior do quarto (sem excepção).


Escusado será dizer que, após tal episódio, fez-se um silêncio de ouro no interior daquele quarto….

publicado por Sweet Sex Teen às 23:29
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