Terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Academia Militar - Uma requinta..... diferente

 

No Domingo ocorria a tradicional cerimónia do Hastear da Bandeira Nacional, em horário superiormente definido. Aquele Domingo não fora excepção e, à hora certa, lá se apresentou a força que iria proceder às honras militares, juntamente com o oficial de dia e o corneteiro.

corneteiro.jpg

 

Começam os toques do corneteiro, à ordem do oficial de dia, e tudo correu bem até ao momento em que o corneteiro (eventualmente em virtude de uma noite mal dormida), desmaiou. O oficial de dia interviu, mandou verificar se o homem se encontrava em condições e, após o mesmo se encontrar recomposto, mandou prosseguir a cerimónia, a qual teve uma enorme nuance…. Os toques saíam com uma tonalidade muito fora do normal, por a requinta se ter amolgado bastante durante a queda. O zé cadete a aguentar-se para não se desmanchar a rir (e imagino que o oficial de dia também), fazendo o maior dos esforços por forma a conferir a solenidade que a cerimónia impõe……

publicado por Sweet Sex Teen às 18:49
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Pilão - O quarto 10 da 4ª, os Saxon e uma sessão de correctivos

 

Nos já idos finais dos anos 80, estava eu, numa "bela" noite, a receber uns correctivos (umas palmadas, uns pontapés aqui e ali, nada de muito grave - o crime pelo qual recebia os ditos correctivos, não deveria ser coisa de grande importância), no temido quarto 10 da 4ª companhia, (pessoal do 12º ano de então).

Recordo-me tal e qual como se tivesse ocorrido ontem: Candeeiros das secretárias acesos, luzes de cima desligadas e um grande rádio, (designado por tijolo, na altura), em cima de uma das secretárias, a debitar a bom som, o alinhamento que o pessoal da "rádio cidade" (novidade da altura, em que as rádios piratas apareceram como se de uma infestação de cogumelos se tratasse), decidiu para aquela noite.

saxon_rock_the_nation.jpg

 

A um dado momento, o locutor da rádio lança no éter um desafio: as primeiras 10 pessoas a identificar o nome do último álbum da banda "Saxon" a passar naquele momento na rádio, e ligarem para o número indicado pelo locutor (um 494727 qualquer coisa), ganhariam um LP em vinil, claro está.

No meio da azáfama toda do quarto, recordo-me de levantar a mão e dizer a meio tom de voz (naquelas circunstâncias, levantar muito a voz, teria certamente efeitos adversos para o perpetrador), "…Rock the Nations…"!!!

Um dos presentes inquiriu-me de imediato:

- Puto, o que é que estás para aí a dizer? – ao que eu respondi:

- Trata-se do nome do álbum dos Saxon. É esta a resposta à questão que estão a colocar na rádio…. – Imediatamente fui de novo inquirido:

- Puto, tens a certeza?

- Sim. – retorqui.

- Absoluta? – Confirmei novamente. Acto contínuo, o meu inquiridor, dirigindo-se ao resto do pessoal do quarto (entretidos na normal azáfama da noite), pediu:

- Pá, pessoal, moedas de 25 tostões, rápido, que aqui o puto vai ganhar um disco. – O pessoal interrompeu as suas actividades e

vinte e cinco tostões.jpg

 

passaram a revolver os seus bolsos e carteiras, em busca das tão necessárias moedas de 25 tostões (2,5 escudos), tendo sido obtido cerca de umas 20 moedas, as quais seria mais que suficientes para que eu pudesse efectuar o tal telefonema e ganhar o LP (julgava eu).

O meu inquiridor colocou-me na mão o montinho de moedas e disse:

- Puto, vais já a correr para o telefone e ai de ti que não consigas ganhar o disco! Vai, vai, pira-te!!!– Encetei assim a minha correria para a porta do gabinete do oficial de dia (onde se encontrava um tosco telefone de cor vermelha, que nos possibilitava fazer uma chamada ou outra, enquanto nos "papava" as valiosas moedas).

Ao descer à 3ª companhia, ainda fui chamado por alguém, a quem respondi, no meio da corrida, que estava a trabalhar para o quarto 10 da 4ª (nestas coisas das hierarquias, o pessoal era muito certinho, devido às possíveis consequências físicas), tendo continuado a minha saga, em passo de corrida, até ao dito telefone (que ainda ficava a uns bons 250 metros de distância).

Victa-Red-Coin-Phone-Australia-sm.jpg

 

Corri a bom correr e em muito pouco tempo já me encontrava nas imediações do dito telefone e, como que efeito do acto de ter pisado o primeiro degrau de acesso ao cubículo onde se encontrava o telefone, sou abordado pelo "gang" dos metaleiros, (pessoal do 10º ano), que me abordam de imediato:

- Puto, dá cá as tuas moedas! (Confesso que comecei a ver a vida a andar para trás). Ainda retorqui, declarando que estava ali ao serviço do quarto 10 da

4ª (constituído por indivíduos 2 anos mais velhos que os indivíduos que me estavam a "lerpar" as moedas). Nada feito. Obtive somente a seguinte resposta:

- Dizes que perdeste as moedas pelo caminho e que no escuro não as consegues encontrar…. – Fiquei desolado e meio desesperado, face às sanções que me esperavam.

Cabisbaixo, lá me dirigi de regresso ao quarto 10, a imaginar uma forma de resolver a questão, sem comprometer ninguém. Assim, logo que cheguei ao quarto em causa, fui imediatamente inquirido:

- Então, puto, ganhaste o disco?

- Não, - respondi eu.

- Porquê?

- Ora porquê, ora porque perdi parte das moedas e as restantes foram gastas no telefonema, sem que tivesse conseguido ser um dos 10 primeiros a ligar….

Imediatamente começam a chover "consequências" de todos os lados, as quais, curiosamente, até que foram relativamente breves…..

Poderá, à primeira vista, parecer um episódio um pouco "forte", mas do qual se poderá extraír uma lição. O primeiro impulso sería denunciar os tais indivíduos do 10º ano que me haviam ficado com todas as moedas. Com tal acto, poderia julgar-se que eu ficaria isento de problemas, mas tal sería um enorme engano. O pessoal do 12º ano iria punir-me a mim por ser "bufo" e iria punir o pessoal do 10º ano, (por terem "passado por cima deles"), os quais, juntamente com mais alguns elementos do mesmo ano, iriam passar a fazer-me a vida negra lá dentro, (pelo menos durante uns tempos), por ter efectuado uma denúncia……

Assim, ficou tudo bem, tudo resolvido naquele momento e sem quaisquer consequências futuras…..

Quantas vezes não somos apanhados no "fogo cruzado" (com opiniões distintas), de um nosso superior hierárquico e um outro superior, do qual ambos dependemos?

publicado por Sweet Sex Teen às 18:42
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Pilão - Episódios Avulso - VI O Pastel de Nata

Quando em aulas na 2ª secção, e para se poder receber o lanche da manhã, não havia o formalismo de termos que efectuar uma formatura, usando para o efeito da linha self service do refeitório.

Num dado dia, sendo um dos componentes do lanche, o belo do paste de nata, e perante o olho de águia do Sargento Ajudante Figueiredo, um dos alunos, após retirar o paste de nata a que tinha direito, disse ao Figueiredo:

patel-de-nata.jpg

 

- Figueiredo, vou tirar mais um pastel!

- Não tiras nada, segue!

- Figueiredo, vou tirar um pastel!

- Não tiras, já disse! Põe-te a andar!

- Figueiredo, vou tirar! – A paciência do Figueiredo padecia de algumas limitações (famosas), pelo que muito rapidamente, agarrou num pastel de nata do tabuleiro e arremessou-o com uma força considerável, tendo o mesmo ficado esborrachado na cara (óculos incluídos), do aluno que o estava a desafiar. Tudo isto sucedeu, não sem que o Figueiredo tenha rematado com alguma coisa do género:

- Toma lá, agora segue!

 

publicado por Sweet Sex Teen às 19:24
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Pilão - Episódios Avulso V - A Bucha

Estava o M* estirado em cima de sua cama, muito provavelmente absorvido nos seus pensamentos quando, de repente se abre a porta do quarto. O camarada que entrou, olhou para todos os lados e, tendo visto uma bucha (nome em gíria para carcaça), em cima de uma das secretárias, exclamou:

carcaca.jpg

 

- Olha uma bucha! – o M*, mesmo sem ter olhado para ele, responde, lá da cama onde se encontrava deitado:

- Tocas na bucha, toco-te na boca! – O outro indivíduo nem perdeu tempo para pensar e da mesma forma que entrou, assim saíu…..

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 19:21
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Academia Militar - O Reflexo de Pavlov

 

É do conhecimento geral que o fisiólogo Ivan Pavlov efectuou determinadas experiências de reflexo condicionado, mas principalmente em cães, tendo ficado famoso pela descoberta daquele reflexo que ficou conhecido como o reflexo de Pavlov ou o efeito de Pavlov.

Não me levem a mal, mas estou prestes a relatar semelhante experiência, mas realizada com humanos, dos 17 aos 30 anos….

05pavlov.jpg

 

Decorria o mês de Setembro de 1992 e encontrava-se cerca de duas centenas de jovens, em plena Prova de Aptidão Militar (PAM), que correspondia a uma recruta, mas com o âmbito de seleccionar os futuros cadetes do 1º ano da Academia Militar.

Desde o primeiro dia que notámos que tudo, mas mesmo tudo, havia sido pensado até ao mais ínfimo pormenor, desde os horários, os locais de instrução, até (para nosso espanto), o repertório musical que nos acompanhava nos momentos de maior stress, como a preparação para a formatura, para a instrução de ordem unida com arma, instrução de técnica individual de combate, etc.

Sempre que havia um momento de stress, lá estava uma das músicas dos "Resistência" para nos acompanhar. E nisto passou-se um mês e estávamos bastante próximos do final da PAM e, para muitos, da entrada para a Academia Militar.

Uma certa noite em que não houve actividade de instrução, após o toque de recolher, (da praxe), estávamos todos a prepararmo-nos para ir para a cama quando, sem que nada o fizesse prever, um chorrilho de decibéis começa a ser debitado por aqueles altifalantes foleiros que estavam distribuídos por todas as camaratas. Era, nem mais nem menos, uma das músicas que nos acompanhava sempre nas actividades mais frenéticas, só que desta vez, havia uma nuance: ninguém tinha dado qualquer ordem ou indicação. Resultado: estalou uma azáfama louca em todos os compartimentos da camarata, com pessoal a abrir e a fechar armários, pessoal a fardar-se, a equipar-se, a camuflar a cara, aos gritos, a questionar isto e aquilo aos outros, a interrogar-se acerca do que fazer, a correr de um lado para o outro, e muitos até chegaram a dirigir-se para a parada, mais ou menos equipados. Enfim, estalou o granel total. Eu e um camarada meu de longa data entreolhámo-nos e continuámos tal e qual como estávamos até então: cada um na sua cama, a aproveitar o tempo disponível para fazer aquilo com que mais se sonhava por aquelas alturas – dormir.

Nota final – o granel manteve-se por algum tempo, mas não terá sido algo que nos tivesse prejudicado o sono….. pelo menos a nós os dois.

publicado por Sweet Sex Teen às 19:16
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2014

Exército - O Cagador Fantasma

 

A dado momento, na Companhia de Instrução, recebemos um novo sargento-Ajudante, o qual vinha destacado das ilhas….

Este senhor, cedo começou a revelar um ego acima do normal, e com vontade de que o mesmo recebesse afagamento por parte do comandante de companhia, entrando também em rota de colisão com os comandantes de pelotão da companhia. Para além disto, o senhor tinha um problema bastante pronunciado de gaguez, que se manifestava de forma bastante acentuada quando começava a falar, saído qualquer coisa como "..ang, ang, ang..", motivo pelo qual, passou a ser esta a sua alcunha: "ANG ANG.

Como o Capitão não era muito dado a sabujices, logrou o esquema do tal ajudante, de estabelecer uma espécie de santa aliança com o comandante de companhia, por forma a participar activamente no controlo da mesma, das suas actividades e até dos oficiais subalternos que comandavam os pelotões de instrução.

A partir do momento em que este esquema falhou, o tal ajudante adoptou uma postura de resistência face aos oficiais da companhia, (sempre a inventar questões e a criar problemas atrás de problemas), o que tornou o ambiente um pouco pesado (para ser benevolente), principalmente pelo facto de ele, em lugar de se reunir com o comandante de companhia para expor os naturais problemas decorrentes da gestão da mesma, dos seus militares e dos instruendos, passou a fazê-lo, amiúde, directamente ao comandante interino, o tal Major….

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Certo dia, após a formatura da manhã (na parada), e estando os pelotões ainda formados em frente à companhia por forma a serem distribuídas as tarefas do dia, o ajudante seguiu para a secretaria, abriu a porta, e assim que chegou à sua secretária, desatou num berreiro, e a dar pontapés nos armários metálicos, enfim, um verdadeiro caos, ao ponto de todos nós lá fora termos ficado em silêncio. Momentos seguintes, o ajudante sai desalvorado em direcção ao edifício de comando, por forma a ir fazer queixinhas ao Major.

Todos nós ficámos com uma curiosidade extrema relativamente aos motivos que terão estado na origem de tal comportamento. Essa dúvida desvaneceu-se quando, após terem sido atribuídas as tarefas aos pelotões e os mesmos seguiram para instrução, os comandantes de pelotão foram chamados ao gabinete do comandante de companhia para uma reunião: em cima da secretária do ajudante, encontrava-se uma fez que era uma verdadeira obra de arte, assim toda torcidinha, uma perfeita rosca, como se pode ver normalmente nos cartoons. Alguém com um sentido de humor fora do vulgar, durante a noite, havia-se colocado de cócoras em cima da secretária e largado aquela obra. Recolhemos ao gabinete do comandante de companhia, onde pudemos dar largas às enormes gargalhadas em que urgia libertar.

941OCWLG.jpg

 

A brincadeira deu azo a um processo de averiguações, sendo que o mesmo acabou por ser arquivado, pois não foi possível identificador o cagador fantasma, se bem que dizem as más línguas, que ele ainda anda por aí…. Algures….

publicado por Sweet Sex Teen às 10:23
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Pilão - Episódios avulso - IV A Torradeira Maldita

Certo dia, um jovem entrou num outro quarto que não o seu, e vislumbrou, em cima de uma das secretárias, uma torradeira, pensando imediatamente em ir buscar os seus apetrechos por forma a fazer a tão apetecida torrada.

A3600_CAT~Vintage-Toaster-Posters.jpg

 

Nem lhe terá passado pela ideia, que o relativo abandono da referida torradeira, poderia ter uma certa justificação, (sendo que seria de todo improvável encontrar tal utensílio sem utilização, dada a nossa constante "larica"), pelo que avançou imediatamente para a bela da torradinha.

Ligou a torradeira a uma tomada, e assim que tenta abrir uma das partes laterais da dita torradeira, é varado por um enorme choque eléctrico, o que o levou a proferir a infame palavra "f****e", alto e bom som, bem como ao agarrar a torradeira pelo fio eléctrico, tendo a ficha desligado da tomada, e acto contínuo, em fúria, atirou a mesma pela janela fora.

A torradeira acabou assim por passar alguns tempos presa pelo fio eléctrico, ao arame farpado que encimava o muro que nos separava do colégio de correcção do lado sul……

 

publicado por Sweet Sex Teen às 10:17
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Pilão - Episódios avulso - III Avisos ao Pessoal

Era vulgar e natural, aquando das formaturas de companhia, o comandante de companhia (oficial), aproveitar para se dirigir ao pessoal, com recados, observações, avisos e outras declarações que julgasse convenientes.

Uma dessas intervenções, dada a sua peculariedade, ficou retida na minha memória, quando o capitão F*, (o tal que se fazia apresentar sempre de óculos escuros rayban, quer chovesse ou fizesse sol), se dirigiu à companhia nestes termos:

- Pessoal, aproveito para chamar a vossa atenção para a necessidade de cortar o cabelo, e não andar com o barrete na cabeça puxado para trás: - (o que era moda na altura e nos dava um ar de rufias).

- Ahh, e já agora, esses gajos que andam por aí com essas popinhas pornográficas, a ver se vão cortar essa merda. O próximo gajo que eu apanhar com a dita popinha, eu próprio irei cortá-la à chapada…. – Não será difícil de imaginar a enorme gargalhada que resultou de tal declaração……

 

publicado por Sweet Sex Teen às 10:15
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Pilão - Episódios avulso - II O confessionário contra-relógio

 

cronometro_17-411112149.jpg

 

 

Houve um grupo de camaradas, muitas vezes designados como o gang do S*, do A*, do D* e do T*, que, nas noites em que o capelão estava disponível para proceder às confissões dos mais tementes a Deus, "atacavam" na Igreja….

444.jpg

A competição, resultante de aposta prévia, consistia em conseguir passar o maior tempo possível a ocupar o coitado

 

do bom capelão, em confissão, que lá ía ouvindo o enorme rol de pecados, arranjados no momento e para o efeito em causa.

 

 

Desconheço se alguma vez desconfiou desta brincadeira, mas certamente terá ficado surpreendido com o perfil de pecador de alguns de nós, quase definitivamente condenados a arder no fogo do Inferno……

publicado por Sweet Sex Teen às 10:13
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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

Pilão - Episódios Avulso - O Assalto ao Refeitório

 

Certa noite, regressado ao pilão mais dois camaradas meus, e como a fome começou a apertar, resolvemos ir fazer um assalto ao refeitório. Subimos as escadas que davam para o jardim da palmeira, e qual não foi o nosso espanto, ao repararmos que a porta do refeitório se encontrava aberta. Entreolhamo-nos e dando de ombros, lá decidimos pela investida ao refeitório.

Deslocámo-nos muito silenciosamente e, quando estávamos a abeirarmo-nos da zona da cozinha, começámos a ouvir ruídos….

Obviamente que parámos, discutimos entre nós, e resolvemos avançar sem medos. Se estava lá alguém aquelas horas, deveria estar a cozinhar e com um pouco de sorte ainda nos adesivávamos a ele.

Entrámos de rompante na cozinha e demos de caras com a última pessoa que imaginávamos ser possível encontrar: o oficial de dia…. Demos as boas noites, de forma bastante embaraçada, tendo sido surpreendidos pelo seu convite, de nos associarmos a ele, na ingestão tão saboroso gourmet que ele preparava ao lume… uma mistela qualquer que envolvia pedaços de frango, mas que tinha tal aroma e soube bastante bem…..

publicado por Sweet Sex Teen às 19:33
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