Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

Pilão - O Braço….. afinal partido……

 

Decorria o ano de 1987 e estava eu, com a minha turma, numa aula de desporto. Neste dia, o professor lembrou-se de nos colocar a fazer salto em altura, pelo que nos deslocámos para o ginásio inferior da 1ª Secção, onde se encontrava um colchão de quedas, bem como os suportes e a barra a superar.

Começámos a uma altura francamente baixa, e rapidamente todos nós nos apercebemos que nos faltava a técnica, essencial para poderem ser obtidas alturas significativas.

Neste momento, o professor chama-nos a atenção para a forma como teríamos de colocar os braços na chegada ao colchão, por forma a evitar um problema num dos braços.

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Nunca fui nenhum "ás" na educação física, aliás, podia dizer que tinha dois pés esquerdos, pelo que o conselho do professor……. Recordo-me como se fosse hoje. Fiz o salto, passei por cima da barra e, ao chegar ao colchão, oiço um "crack" no braço direito, acompanhado de uma dor lancinante. Imediatamente dei conta de tal facto ao professor, o qual me mandou apresentar na enfermaria. Quando cheguei lá acima, e após ter superado aquela dura prova de subir a escadaria para a enfermaria, (por via da escada íngreme, quem estivesse para morrer, certamente que morreria a meio da subida das escadas), já o cotovelo do braço direito se apresentava bastante inchado e com uma cor arroxeada.

Dei de caras com o enfermeiro (Sargento C*, um homem embrutecido pela vida militar, o qual pediu para lhe mostrar o braço. Quase imediatamente, resolveu manipular o mesmo, dando-lhe um forte puxão pelo pulso. Dei um berro de pura dor e

estou convicto que as pessoas que moravam nos prédios em frente ao Pilão, na Rua Conde de Almoster, ainda hoje se devem interrogar acerca do que terá ocorrido naquele dia…… Após recomposto da primeira sevícia, seguiu-se uma massagem com um bálsamo de aroma muito intenso, a eucalipto, a qual também resultou extremamente dolorosa. A coisa ficou assim, sem marcação de consulta para o médico, nem nada.

Consegui andar uns tempos a esquivar-me às aulas de educação física e a outras actividades que requeressem a utilização do braço direito, procurando repousar o mesmo e a coisa acabou por passar.

Anos mais tarde, comecei a sentir dores constantes no braço direito, pelo que solicitei a marcação de uma consulta de ortopedia no Hospital Militar Principal. Efectuei Rx e logo que me encontrei na posse do mesmo, fui então visto pelo ortopedista, um capitão médico do Exército. O médico colocou o Rx naquela geringonça iluminada, que permitia ver o mesmo em pormenor e, sem grande emoção disse-me que eu tinha partido o braço e que me haviam colocado mal o gesso, mas que não era motivo para preocupação (apesar de ainda hoje ter o braço bastante torto relativamente ao esquerdo). Retorqui que nunca tinha tido conhecimento que havia partido o braço e que nunca havia tido o mesmo engessado. O médico, furioso perante as minhas declarações, terá dito:

- Ouve lá rapaz, não vens para aqui gozar comigo, pois não? Olha que eu participo de ti, pá……..

Com a calma que me era possível, lá disse ao médico que o que havia dito era a verdade, que nunca tinha tido noção de ter partido o braço e nunca ter tido o mesmo engessado, pois o enfermeiro do pilão tinha-me feito uma massagem e mandado embora. Nesta altura vejo o médico ainda mais irritado que há pouco e terá dito:

- Quem era esse enfermeiro?

- É militar?

- Ainda lá está no Pilão?

- Diz-me! Pois eu vou participar do gajo!......

Lá consegui apaziguar, (com muito esforço), a ira do capitão ortopédico, tendo conseguido que nem eu, nem o sargento C* levássemos uma porrada……….

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 18:12
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Exército - Episódios do Campo…. Exercício Arco 981.

 

Campo Militar de Santa Margarida, exercício Arco 981, a decorrer por alturas de Junho de 1998, em pleno polígono militar de Santa Margarida.

Na altura, ainda com o posto de Aspirante, era eu comandante de um pelotão de Atiradores Mecanizado.

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Após ter recebido a minha ordem de operações e ter identificado na carta topográfica (ou conjunto de cartas – por necessitarmos das cartas de 1/25.000 por as mesmas permitirem uma melhor navegação, pelo seu grau de pormenor, tínhamos que andar com um conjunto plastificado de 3 ou 4 cartas, por forma a cobrir toda a área militar de Santa Margarida), qual a posição que tinha que assumir na "ofensiva", dei as instruções aos comandantes de secção do meu pelotão, bem como ao comandante do carro de combate M60A3TTS que me havia sido atribuído).

Iniciámos o nosso deslocamento, em conformidade com as ordens recebidas, e a certo ponto constatei que estávamos a entrar num olival. Verifiquei novamente a carta e estava tudo certo: a nossa posição coincidia com o limite norte do referido olival sendo, portanto, necessário atravessar o mesmo, por forma a entrar em posição. Esta acção não constituía dificuldade de maior para as viaturas M113, mas já no que diz respeito ao carro de combate….

Bem, o carro de combate era visível uns 50 metros atrás da minha viatura e, naquele lusco fusco de final de dia, confesso que impressionava a visão daquele enorme vulto envolto numa nuvem de pó, dos seus faróis (demasiado perto entre si para fazer julgar que pertenciam a um monstro com cerca de 40 toneladas), associados ao chinfrim produzido pelo seu enorme motor e pelo ranger das lagartas, visão esta, que provocaria calafrios a qualquer infante que não dispusesse de uma arma anti-carro à mão de semear.

O comandante do carro de combate e o condutor lá se esforçavam por se desviarem das pobres oliveiras, mas desviavam-se de uma à sua esquerda, e passavam com a lagarta do lado direito, por cima de uma outra à sua direita, e vice-versa (ainda hoje estou curioso relativamente à reacção do proprietário do referido olival).

Lá entrámos em posição, com as secções dispostas em linha, a cerca de 50 metros à frente da minha viatura, e o carro de combate uns metros atrás da minha viatura.

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Nada nos faria prever o enorme desconforto que nos esperava no dia seguinte, pela força dos raios solares que nos atingiam sem piedade, transformando as viaturas em verdadeiras panelas ao lume.

A meio da tarde, agarro no microtelefone do rádio que se encontrava em rede de companhia e entrei na rede, chamando pelo seu indicativo de chamada, o sargento de reabastecimento da companhia. Como a coisa até que resultou, tendo obtido uma resposta no rádio, (com aquela voz característica de quem andava bastante atarefado de um lado para o outro), ousei "saír da casca" e efectuar o pedido de uma "caixa de granadas sem marca", tendo obtido a confirmação que tal não constituiria problema, (o que até me causou um certo espanto).

Umas horas depois, recebo chamada na rede de companhia, que identifiquei como sendo do muito prestável sargento de reabastecimento da companhia, a indagar acerca da minha localização. Poucos minutos após esta comunicação, oiço o ruído do motor do Unimog onde ele se fazia deslocar.

Chegou à minha viatura e entregou-me uma grande caixa isotérmica e sem grandes formalidades (para além do meu agradecimento), seguiu viagem para as suas tarefas.

Nada me havia preparado para o que se seguiu: ao abrir a dita caixa, vejo uma meia dúzia de garrafas de cerveja, metidas no meio de gelo…. Confesso que fiquei banzado. Nada me faria pensar que, naquele momento, pudesse vir a ter acesso a uma bebida gelada.

Acto contínuo, agarrei no microtelefone da rede de pelotão e chamei os meus comandantes de secção à minha viatura, com a indicação de que tínhamos um incidente para resolver, que era precisamente, o rebentar de umas quantas granadas.

Sob alguma atitude de médio protesto, (devido ao enorme calor), lá compareceram na minha viatura para, com enorme espanto bem patente nas suas expressões, procederem ao "rebentamento" ordeiro das ditas granadas…..

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 18:05
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2015

Pilão - O Faustinto........

 

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Recordo-me perfeitamente, (e a rapaziada do meu tempo também se recordará, certamente), do 1º Sargento da 1ª Companhia de alunos. Era uma visão bastante difícil de esquecer, mesmo ao fim de tantos anos. Era um homem grande, possante, rude, que poderia ser perfeitamente descrito como o "Sasquatch" ou "BigFoot" de Monsanto, com as suas manápulas enormes, costas largas, braços possantes e cabeludos e pêlos a saír pela venta.

O Pessoal passou a apelidá-lo informalmente (e à distância), de Faustinto, pois consta que as suas segundas refeições seriam regadas abundantemente com a bela da pinga vinícola…….

Com tais atributos físicos, o jeitinho ou uma personalidade pacata não ficariam bem, pois bem, não era detentor dos mesmos, pelo menos que se visse e constatasse…..

Recordo-me de um lanche da manhã, na primeira secção, em que por força da chuva, fomos forçados a ir para os claustros. Tudo funcionava da mesma forma que na parada superior. Cada companhia ficava com uma lateral dos claustros, onde poderíamos deglutir o lancheco, pelo menos abrigados da chuva.

Naquele dia o lanche até que não tinha sido nada de desdenhar – o belo do pastel de nata, o qual era talvez o top dos tops dos nossos lanches. Recordo-me que os pastéis vinham nuns tabuleiros metálicos, com a forma de um quadrado, com um pedaço de papel, por cima dos bolos, onde vinha inscrita a quantidade de bolos.

Na primeira companhia aparentou haver uma sobra considerável de bolos, talvez uns 10 ou 15, os quais permaneciam a um cantinho do tabuleiro.

A minha companhia (3ª) havia destroçado mais cedo que as outras (1ª e 2ª), e íamos mais ou menos ordeiramente a abandonar os claustros. Mesmo junto da pesada porta de acesso aos claustros, lá estava o Faustinto, junto do tabuleiro com as sobras da 1ª companhia. De repente, arma-se um granel um pouco mais à frente do ponto em que me encontrava. O Faustinto havia abonado vale cachaçada a um camarada mais à frente, (o R*S*), o qual tinha ficado meio atordoado a olhar para ele, em lugar de fugir quanto antes, o que lhe valeu segunda dose. Não sei se tal tinha sido a intenção do aluno, subtrair o suculento bolo do tabuleiro, ou se havia sido injustiçado. O que é certo é que aqueles dois calduços de atordoar um bezerro lá lhe foram aplicados, sem apelo nem agravo……..

Quando era distribuído leite simples, coisa para nós intragável e que só marchava quando acompanhado do belo do caracol (bolo que até era distribuído com elevada qualidade), ou com a bucha (carcaça) com marmelada, eu e a rapaziada do meu gang prestávamo-nos a, por vezes, angariar um certo de número de pacotinhos do dito leite e levávamo-los connosco.

Logo após o lanche, era diversão da altura, fazermos tiro ao alvo aos miúdos da 1ª companhia, utilizando as tais munições empacotadas.

Num desses dias em que estávamos a praticar tiro ao alvo com as crianças, (a partir de uma das janelas do segundo piso do edifício de aulas que ficava ao lado da 1ª companhia), houve um de nós, o qual não consigo identificar, que fez um "perfect ten" precisamente nas costas do Faustinto. Fiquei com a imagem gravada, o dolmen verdde da farda Nº2 completamente encharcado de leite, e o urro que o Faustinto deu na nossa direcção.

Incrivelmente conseguimos safar-nos. Já havia soado o toque de entrada para as aulas e abrigámo-nos no interior da sala. Por muita raiva que o Faustinto pudesse estar a sentir naquele momento, tal não foi o suficiente para que desatasse a entrar nas salas de aula, o que para nós foi uma imensa sorte…….

 

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 17:15
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Academia Militar - A prenda de Natal fora de prazo

 

No primeiro ano do Curso Geral da Academia Militar, tive a rara oportunidade de conhecer pessoas, camaradas verdadeiramente fantásticos e, muitos deles, bastante "sui generis", também, como é o caso do camarada B*, que passo agora a relatar.

O camarada B* era pessoa e é pessoa de bem, pacato, amigo do seu amigo, mas capaz de actos verdadeiramente fora de série. Recordo-me os episódios em que se esquecia que não tinha "via verde" no seu motociclo e passava na mesma na dita via, andando depois com problemas para conseguir proceder ao pagamento das portagens.

A sua família era de uma determinada região do Algarve e, nas férias do Natal, como seria de esperar, lá foi passar uns dias de merecido descanso.

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Como normalmente fazia-se deslocar na sua moto, e como estava muito frio, optou antes por, numa determinada noite, levar o automóvel do seu pai para uma saída nocturna.

Esta saída acabou por ter consequências nefastas, pois o bom do camarada B* estampou o carro do pai, o qual ficou sem arranjo. Faltavam dois dias para o Natal.

No dia de Natal, como manda a praxe, e sem hesitação, lá ofertou um embrulho a seu pai, que correspondia à prenda que este ano seria destinada ao seu pai.

Gostaria de ter podido assistir à expressão facial do progenitor do dito camarada, ao constatar que a prenda não era mais que um sistema de alarme destinado a instalar no automóvel (que entretanto havia ganho um lugar na sucata mais próxima)……..

 

publicado por Sweet Sex Teen às 17:09
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Quinta-feira, 9 de Abril de 2015

Exército - Episódios do Campo – Exercício Strong Resolve

 

Como aprontamento para uma projecção de forças (um contingente a ser enviado em missão, neste caso para os Balcãns), realizou-se, em 1998, o exercício Strong Resolve, que simulava no terreno, a disposição de forças beligerantes em conflito latente.

A minha companhia participou no referido exercício, tendo nós ficado com o papel do inimigo, ocupando posições que denotariam uma preparativa de uma ofensiva.

Tendo distribuído as secções do meu pelotão pelas suas localizações, fui eu ocupar a minha posição, a qual era bastante visível, junto a um itinerário.

Passados cerca de dois dias, lá fui importunado por um oficial (das nações unidas, que na realidade era um oficial paraquedista), que num inglês macarrónico, (pois queria dar numa de superior relativamente ao Aspirante, apesar do Aspirante ter tido uns anos de estudo de língua inglesa), lá foi questionando acerca do que me levava a ocupar aquela posição, ao que respondi que tal se devia exclusivamente a avaria na minha viatura (M113), tendo ele dado um prazo para que a posição fosse desocupada, não se tendo coibido de insistir uma e outra vez com coisas que achava que poderiam não estar tão bem quanto isso, relativamente à posição da minha viatura e à nossa localização (não fosse ele um oficial paraquedista)……  

armouredvehiclewith.jpg

 

Após este episódio (o qual era esperado), recebemos ordens por parte do comandante de companhia, para nos camuflarmos/ocultarmos, mantendo a mesma posição. Assim, dei indicações ao meu condutor, o qual manobrou a viatura para uma nova localização, que distava cerca de 5 metros da posição anteriormente ocupada. Esmerámo-nos na ocultação da viatura, tendo dependurado a enorme rede de camuflagem de um ramo de uma árvore, dando um aspecto disforme ao volume da

viatura, que se assemelhava bastante com um balsedo. Dissimulámos também os rastos deixados pelas lagartas do M113.

Qual não foi o nosso espanto quando, no dia seguinte, a patrulha dos capacetes azuis passou pela nossa localização, com a viatura a deslocar-se a uns 10km/hora e por nada conseguiram identificar a nossa viatura, que estava ali, bem perto, bem ao lado deles….

Mais tarde, no decurso deste exercício, recebemos ordens para regressar ao compound onde se encontrava a companhia e, após um breve período, foi-nos ordenado que voltássemos a ocupar as anteriores posições, tendo as viaturas saído, uma de cada vez, por forma poder escolher itinerários não vigiados pelas patrulhas de capacetes azuis, que tinham montado check points em praticamente todos os acessos às anteriores posições.

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Quando chegou a minha vez de me deslocar, escolhi um itinerário bastante a Este, fazendo conta de que tal me permitiria evitar qualquer check point. Erro meu – após uma lomba, e num itinerário bastante apertado, dei de caras com uma chaimite que se encontrava parcialmente atascada. Aproveitei a oportunidade e negociei a minha passagem para a posição, por contrapartida do desatascanço da viatura daquele tenente cavaleiro paraquedista, (e para grande alívio do mesmo, certo que tal incidente jamais viria a ser relatado em SITREP, e do conhecimento dos seus superiores).

 

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 17:40
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Pilão - O Carnaval e outras partidas - VIII - A chave do foguetão

Constituía brincadeira recorrente, a de acordar de forma brusca um dos nossos camaradas e começar imediatamente a questionar o mesmo acerca da localização da chave do foguetão, alegando que precisávamos de nos ir embora depressa e que a mesma era indispensável.

A reacção normal era a de abrir o armário, em busca de algo que nos pudesse servir, até ao momento em que caíam em si, acordando de facto, e mandando-nos de imediato para um daqueles "sítios".

Uma outra variante, usada com bastante sucesso era a de acordar um pobre coitado, incitando-o incessantemente a se vestir para nos acompanhar numa ida à praia, pois a mãe e o pai já se encontravam no carro á espera.

Invariavelmente começavam a vestir-se, até acordarem definitivamente e mais uma vez, nos mandar ir para um daqueles sítios…..

 

publicado por Sweet Sex Teen às 17:38
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Pilão - O carnaval e outras partidas - VII - A cadeia eléctrica

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Ainda na 1ª companhia, o pessoal do meu sector apercebeu-se que o candeeiro do nosso graduado encontrava-se em curto circuito…

Ora do que foram as nossas cabecinhas pensadoras lembrar? – de formar uma cadeia eléctrica!

Imediatamente todos nós calçámos sapatilhas de ginástica (por terem sola de borracha e nos isolar, evitando um choque eléctrico) e fizemos uma união, mão com mão, por forma a que o primeiro tivesse acesso ao candeeiro e o último, a quem quer que passasse no corredor, junto ao nosso sector. Assim que passava alguém, era tocado pelo último elemento, recebendo assim, uma boa descarga eléctrica, a qual tinha o condão de despertar as mais variadíssimas reacções, desde o mero susto, à gargalhada e até a investidas mais acesas dos electrocutados, relativamente ao grupo da dita cadeia eléctrica…..

 

 

publicado por Sweet Sex Teen às 17:34
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